O tratamento da doença de Alzheimer inclui tratamento medicamentoso e não farmacológico. É importante ressaltar que estas medicações têm efeito sintomático, na redução da progressão da doença, mas nem sempre com a eficácia esperada. Embora beneficie uma parcela significativa dos pacientes, pode ter diversos efeitos colaterais.
A terapia ocupacional é uma profissão da saúde e da reabilitação que ajuda o indivíduo a recuperar, desenvolver e construir habilidades para sua independência funcional, sua segurança e sua integração social. A ênfase da terapia ocupacional é na capacidade de desempenho funcional das pessoas, compreendida nos aspectos sensório-motores (praxias, coordenação motora, percepção e habilidades), nos componentes de integração cognitiva (memória, atenção, concentração)
Desde idade antiga, a velhice tem sido associada à dependência, a perda da qualidade de vida e a perda do controle sobre a própria vida. A velhice tem sido pensada, na maior parte das vezes, como uma degeneração normal do ser humano, deixando de existir até o potencial para o desenvolvimento humano. A expectativa de vida está aumentando em todo o mundo, levando ao envelhecimento populacional.
A saúde precária do familiar que cuida, os sintomas físicos mais comuns como a hipertensão arterial, desordens digestivas, doenças respiratórias e propensão a infecções, associados aos sintomas psicológicos frequentes; depressão, ansiedade e insônia, são fatores que contribuem para a institucionalização do paciente. Esta tem ainda um estigma de asilo. Sabemos que para os familiares, essa decisão de colocar ou não o idoso em uma instituição pode ser muito difícil.
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